Favoritas da Casa; Radiohead (Oxford, Inglaterra)


Favoritas da Casa; Radiohead (Oxford, Inglaterra)

O que escrever sobre o Radiohead que ainda não foi escrito?

Como descrever a sensação única que a sua música passa, unilateralmente, para coração e cérebro?

Como escolher fase, música ou disco favorito?

Como passar incólume por cinco caras que, apesar do sucesso inquestionável, continuam inquietos e desafiadores?

Amar o Radiohead é fácil? Não sei. Entendê-los talvez seja mais difícil.

Uma banda que está acima de qualquer classificação plausível dentro da música Pop. A não ser uma; Livre. Realmente independente de tudo que o 'sistema' estrutural do Show Business apregoa. Íntegra até o último acorde e difícil de ser esquecida.

Do primeiro grito de 'Creep', canção que os colocou no mapa errado da música alternativa, ao último suspiro de 'The Daily Mail', é impossível de se criar uma linha narrativa coesa; Banda Indie britânica estoura nos EUA e é ignorada na sua terra natal. 'Mais um Nirvaninha', bradavam. De obcecados pela melodia perfeita em 'The Bends' e 'OK Computer' a obcecados pelo inverso, em batidas em ruídos, em 'Kid A' e 'Amnesiac'. Atravessaram os noventa fazendo músicas para o novo milênio. Tudo, nasceu antes ali.

Depois do surto, a banda (Thom Yorke, Johhny e Colin Greenwood, Edward O'Bryean e Phil Selway) resolveu abraçar tudo o que já foram, como se do casulo em que se colocaram, nascesse uma nova pária sem amarras com a estrutura do Pop/Rock. 'Hail To The Thief', 'In Rainbows' e 'The King of Limbs' são exatamente aquilo o que a banda sempre quis e conseguiu ser; Livre.

Vamos a uma playlist especial.




Mais informações;

en.wikipedia.org/wiki/Radiohead
https://www.facebook.com/radiohead
www.greenplastic.com/
https://twitter.com/radiohead

This entry was posted on 17 de jul de 2014 and is filed under . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response.

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