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Mostrando postagens de Janeiro, 2017

Shows Completos; Blur, Moviestar Arena, Santiago, Chile - 7/10/2015

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Shows Completos; Blur, Moviestar Arena, Santiago, Chile - 7/10/2015 O Blur é agora a banda perfeita para a nostalgia indie. E eles não ligam. É só ver esse showzaço no Chile e se divertir. Set List 0:00:00 Intro + Go Out 0:06:40 There's No Other Way 0:11:06 Lonesome Street 0:16:38 Badhead 0:20:58 Ghost Ship 0:26:00 Coffee & TV 0:33:30 Out of Time 0:37:23 Beetlebum 0:44:05 Thought I Was A Spaceman 0:50:18 Trimm Trabb 0:55:50 For Tomorrow 1:02:05 Tender 1:09:25 Damon being mad at a guard 1:11:18 Parklife 1:14:55 Ong Ong 1:18:35 Song 2 1:22:20 To The End 1:26:58 This Is A Low 1:36:21 Stereotypes 1:39:47 Girls and Boys 1:44:50 The Universal

Disco da Semana; 'Songs of Innocence", U2 (2014)

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Disco da Semana; 'Songs of Innocence", U2 (2014) Ame ou odeie... O U2 é um ícone musical relevante mesmo em tempos que ícones músicais não fazem necessariamente música. Uma banda 'a moda antiga', de quatro caras atrás de melodias perfeitas. É claro que com o passar dos anos, elas vão rareando, e nesse novo trabalho de estúdio, 'Songs of Innocence', elas se tornaram quase que uma obsessão. Sucedendo o artisticamente interessante e contextualmente esquecido 'No Line On The Horizon', de 2009, onde conceitos e singles não combinaram, esse álbum chamou para si uma responsabilidade que a própria banda tem certeza ser quase impossível de superar; Trazê-los para esse novo mundo contemporâneo da música Pop, sem deixá-los com cara de senhoras de meia idade cheias de botox no rosto. O primeiro passo nessa tentativa foi deixarem seu famoso trio de produtores para trás e trazer sangue novo, exatamente como no injustiçadamente abandonado 

Discoteca Básica; 'Surrealistic Pillow', Jefferson Airplane (1967)

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Discoteca Básica; 'Surrealistic Pillow', Jefferson Airplane (1967) Nos dourados anos 60, quando o ácido ainda não era empastelado de anfetamina e o desbunde não era apenas pose, a música então desenvolvida era um anteparo imprescindível para o advento do flower power e uma de suas principais formas de expressão. Foi neste contexto que, em 65, surgiu na explosão do rock californiano um dos grupos que mais caracterizou o San Francisco sound: The Jefferson Airplane, formado por Marty Balin, Signe Anderson (vocais), Paul Kantner, Jorma Kaukonen (guitarras, vocais), Bob Harvey (baixo) e Skip Spence (bateria). Junto a duas outras bandas locais - The Charlatans e The Warlocks (que depois se transformaria no Grateful Dead) -, o Airplane foi um dos criadores do acid rock, cujos primeiros lampejos encontravam-se logo no álbum de estréia: Jefferson Airplane Takes Off (66), já com o baixista Jack Casady no lugar de Bob Harvey. Depois do disco, as deserções do bater

As Favoritas de... Lou Reed

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As Favoritas de... Lou Reed; Nessa lista, inicialmente compilada pela revista Rolling Stone, Lou Reed mostra grande admiração pelas origens da música Pop; Tem Roy Orbinson ainda em início de carreira, Dion & The Belmonts, The Drifters e Ricky Nelson. Conta também com seus contemporâneos, como Bob Dylan e John Lennon. Tem espaço até para uma surpresa no playlist. Originalmente com de canções, nós adicionamos mais quatro canções que ele fez versões durante a sua carreira solo; Vamos a lista! Tracklist 01. 'Smoke From Your Cigarette', Lillian Lech & The Mellows, 1955 02. 'Angel Baby', Rosie & The Originals, 1960 03. 'The End Of The World', Skeeter Davis, 1962 04. 'I Touch Myself', Dyvinals, 1991 05. 'Save The Last Dance For Me', The Drifters, 1960 06. 'The Wanderer', Dion & The Belmonts, 1961 07. 'Hello Mary Lou', Ricky Nelson, 1

Desconstruindo o Pop! # 14; 'Some days are better than others...'

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Desconstruindo o Pop! # 14;   'Some days are better than others...'

Discoteca Básica; 'London Calling', The Clash (1979)

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Discoteca Básica; 'London Calling', The Clash (1979) Três anos depois do verão punk, o establishiment pop ainda lambia suas feridas. Aqueles Sex Pistols de Malcoln McLaren eram uma brincadeira de mau gosto? E - impensável - se eles fossem importantes, mesmo sendo uma brincadeira de mau gosto? Aliás, se tudo aquilo fosse importante exatamente por ser uma brincadeira de mau gosto? Desde os Beatles, os 60 e a politização/psicodelização do rock, a indústria não via questões tão profundas e tão graves ameaçando as regras do (seu ) jogo. A primeira metade dos 70 trouxe uma paz confortadora, em que bons negócios eram possíveis com um mínimo de tumultos e confrontos. A indústria tinha um produto de aceitação certa e imediata, e os consumidores pareciam felizes. Por que e de onde vinha essa insurreição? E que momento péssimo haviam escolhido para atacar: exatamente quando, dos clubes gay underground, a disco music avançava sobre as hordas de adolescentes. Mas o pior