Postagens

Mostrando postagens de Setembro, 2017

Shows Completos; Lorde, Southside Festival, Germany - 25/06/2017

Imagem
Shows Completos; Lorde, Southside Festival, Germany - 25/06/2017
Set list;

1. TENNIS COURT 00:38
2. MAGNETS 04:10 3. 400 LUX 07:57 4. BUZZCUT SEASON 12:06 5. RIBS 16:40 6. SOBER 20:45 7. LIABILITY (intro) 24:04 /LIABILITY 25:36 8. SUPERCUT 28:53 9. ROYALS 32:42 10. PERFECT PLACES 37:05 11. TEAM 40:56 12. GREEN LIGHT 46:50

Discoteca Básica; 'Terra', Sá, Rodrix & Guarabira (1973)

Imagem
Discoteca Básica; 'Terra', Sá, Rodrix & Guarabira (1973)

Antes de começarem a trabalhar juntos, os cariocas Zé Rodrix e Luiz Carlos Sá e o baiano Gutemberg Guarabyra viveram experiências musicais distintas. Rodrix vinha do Som Imaginário, grupo que no final dos anos 60/início dos 70 fundia a música de Minas Gerais com elementos do então nascente rock progressivo. Guarabyra havia vencido o li Festival Internacional da Canção em 1967 com a marcha-rancho "Margarida". Sá trabalhava como compositor, tendo músicas gravadas por Pery Ribeiro e Nara Leão. 
O trio Sá, Rodrix & Guarabyra nasceu em 1972, com um estilo batizado de 'rock rural'. O som tinha o progressivo aliado a fortes influências de Beatles, música mineira, folclore baiano, country e folk. O primeiro disco, Passado, Presente, Futuro, deixava isso claro em canções como "Zeppelin", "Jurity Butterfly" e "Hoje É Dia De Rock". Mas o gênero se definiu mesmo em Terra, segund…

The 50-Song Project # 19; 'Nostalgia is death with dignity'

Imagem
The 50-Song Project # 19; 'Nostalgia is death with dignity'

01. 'Moonage Daydream', He's my Brother She's my Sister
02. 'Lay it on Me', Vance Joy
03. 'Trouble', Cage the Elephant
04. 'Seven', Catfish & the Bottlemen
05. 'Magnetized', Wilco
06. 'Time to Wander', Gipsy & the Cat
07. 'Fire', Bipolar Sunshine
08. 'Gotta Go', Oberhofer
09. 'Come and Go', Wannabe Jalva
10. 'Outsiders', Suede
11. 'Pony', Wavves
12. 'White Knuckles', OK GO!
13. 'It's a Nice Night to Die', La Vice 14. 'Queen of Hearts', Fucked Up 15. 'Back to LA', The Dead Trees 16. 'Fight Night', Brownies 17. 'C'mon Stimmung', No Age 18. 'Some Are Lakes', Land of Talk
19. 'No History, Kevin Devine 20. 'Bleed Bleed Bleed', Thieves Like Us 21. 'Endless Summer', Still Corners 22.'Imperial', Butcher Boy
23. 'Psychic Driving', The Soft Metals 24.…

Eu Ví... "O Garoto de Liverpool" e "A Rede Social"

Imagem
Eu Ví... "O Garoto de Liverpool" e "A Rede Social"

"A Rede Social" ("The Social Network", De David Fincher, 2010) 
Sensasional. Numa narrativa até que tradicional para filmes desse tipo, o diretor David Fincher desconstroi os anos 2000. Grande interpretação de Jesse Einsenberg como Mark Zuckenberg, o criador do Facebook. Um filme que fala da consequencia da facilitação da informação e como os gênios de hoje não são como os gênios de antigamente. Suas criações não beneficiam ninguém á não ser eles mesmos. Um dos melhores do ano, de longe. Pau-a-pau com "Inception". Vou publicar a minha lista de filmes do ano até o final da semana e me decido.



"O Garoto de Liverpool" ("Nowhere Boy", de Sailor Taylor-Wood, 2009)
História delicada sobre a adolescencia de Jonh Lennon. O encontro com a sua verdadeira mãe, o relacionamento com a tia linah dura que o criou e, claro, a criação dos Beatles. Destaque para o menino que faz Paul Mc…

Músicas para Sentir; "Metal Heart", Cat Power

Imagem
Músicas para Sentir; "Metal Heart", Cat Power
Losing the star without a sky
Losing the reasons why
You're losing the calling that you've been faking
And i'm not kidding

It's damned if you don't and it's damned if you do
Be true 'cause they'll lock you up in a sad sad zoo
Oh hidy hidy hidy what cha tryin to prove
By hidy hidy hiding you're not worth a thing

Sew your fortunes on a string
And hold them up to light
Blue smoke will take
A very violent flight
And you will be changed
And everything
And you will be in a very sad sad zoo.

I once was lost but now i'm found was blind
But now I see you
How selfish of you to believe in the meaning of all the bad dreaming

Metal heart you're not hiding
Metal heart you're not worth a thing

Metal heart you're not hiding
Metal heart you're not worth a thing

Eu Estava Lá... Massive Attack (Via Funchal, 24/05/2004)

Imagem
Eu Estava Lá... Massive Attack (Via Funchal, 24/05/2004)
Em sua segunda passagem pelo Brasil, os britânicos do Massive Attack deram uma demostração de frieza e clima como poucas vezes os palcos brasileiros tiveram a oportunidade de assistir.

Ainda no auge, a banda deu uma canseira no público que ocupava cerca de sessenta por cento do Via Funchal; A prometida 'festa black' de abertura, com o Dj Nutz e Pedrinho Dubstrong, se estendeu por mais de duas horas, deixando os presentes impacientes pela banda. Vejam bem, a abertura da casa seria as 19:30, com show marcado para as 21:30. Cheguei ao local 21:50, esperando que a atração de abertura duraria das 21:40 até 22:20 mais ou menos. Bom, pensei que até no máximo 22:40 o show teria início. Bem... 0030, três horas depois do marcado, o Massive Attack entrou no palco.
O que teria sido uma noite bem bacana, acabou se tornando uma noite extremamente cansativa. A discotecagem foi muito boa, bem variada, mas duas horas num clima de espera foi…

Discoteca Básica; 'Presenting The Fabulous Ronettes Featuring Veronica', The Ronettes (1964)

Imagem
Discoteca Básica; 'Presenting The Fabulous Ronettes Featuring Veronica', The Ronettes  (1964)

Fundada em meados de 1961, pelo produtor Phil Spector e seus sócios Helen Noga e Lester Sill, a gravadora Philles Records revolucionou o pop. A sede do selo ficava em Nova York, mas o centro de produção era Los Angeles. Ali, na câmara de eco do estúdio Gold Star, Phil Spector inventou o som que virou sua marca: uma massa sonora wagneriana com guitarras, metais e teclados em camadas, percussões em cascatas, cordas derramadas em arranjos épicos, vocalizações sobrepostas em tramas sofisticadas, tudo mixado com muito eco - o imitado e jamais igualado wall of sound (parede de som). 
As Ronettes chegaram à Philles no início de 1963. O grupo havia sido formado em 1959 por duas irmãs, Ronnie (diminutivo de Veronica) e Estelle Bennett, e uma prima, Nedra Talley; elas estrearam profissionalmente como dançarinas de twist em 1961. No final desse mesmo ano, assinaram com o selo Colpix, para o qual g…

The 50-Song Project # 18 : 'Dancing Like a Robot From 1984'

Imagem
The 50-Song Project # 18 : 'Dancing Like a Robot From 1984'

Tracklist


01. 'Because the Night', Garbage & Screaming Females 02. 'Kevin', Cabbage 03. 'Fill In The Blank', Car Seat Headrest
04. 'Burn Baby Burn', Ash
05. 'Locator', Wilco
06. 'False Hope', Laura Marling
07. 'To Die in LA', Lower Dens
08. 'Gunga Din', The Libertines
09. 'The Less I Know the Better', Tame Impala
10. 'Daddy's Gone', Glasvegas
11. 'Why'd You Only Call Me When You're High?', Arctic Monkeys
12. 'The Surf', Lotus

13. 'Stoned and Starving', Parquet Courts
14. 'My Kind of Woman', Mac de Marco
15. 'Your Best American Girl', Mitski
16. 'Who Loves You', Young War
17. 'The Everchanging Spectrum of a Lie', The Joy Formidable
18. 'Chances', Athlete
19. 'Adore', Savages
20. 'The Spoils', Massive Attack feat. Hope Sandoval 21. 'Sunday Love', Bat for Lashes

Música + Cinema; Love & Mercy – The Life, Love and Genius of Brian Wilson, de Bill Pohlad (Torrent Download)

Imagem
Música + Cinema; Love & Mercy – The Life, Love and Genius of Brian Wilson, de Bill Pohlad (Torrent Download)
Este conto bifurcado de períodos distintos da vida do Beach Boy Brian Wilson funciona como dois filmes diferentes - dissonante melodias entrelaçadas em discórdia harmoniosa. 
Na primeira parte, ficamos maravilhados com o retrato estranho de Wilson feito por Paul Dano, durante os anos sessenta, tão espetacular que nos perdemos até em encontrar quando é a voz de um e quando é a de outro, deslumbrado com a construção incrivelmente autêntica da aparência, parecendo até uma imagem de arquivo. Na segunda, com a caracterização de John Cusack para a versão oitentista de Wilson, me perguntei se toda aquela semelhança realmente importou. A metáfora de que um não era mais o outro me ocorreu. A  ficção de um conto sobre os últimos dias do triunfo do amor sobre o loucura e corrupção.


Estas duas vertentes não se entrelaçam com facilidade, mas como os acordes contra-intuitivos e justapostos …

Música + Cinema; Três documentários... Três bandas

Imagem
Música + Cinema; Três documentários... Três bandas
Documentários são sensacionais. Ponto. É a história contada realisticamente, porém, sempre, obviamente, com um ponto de vista. E documentários sobre musica, pra mim, são sempre mágicos. E aqui estão três exemplares deles.



"Rush - Beyond The Lighted Stage" (de Sun Dunn e Scott McFayden, 2010)

 Há algum tempo atrás, li uma resenha sobre esse documentário escrita pelo André Barscisky e seu blog onde ele conseguiu resumir exatamente o lado legal desse filme; O Rush, banda que sempre foi esculhambada pelos críticos, fez um documentário tentanto provar o quão cool eles eram. Só que na cena final, onde vemos a banda tocando para uma platéia lotada e entusiasmada quase 35 anos depois de terem começado, o cenário o palco eram vários fornos para assar frango (?!?!?!). Ou mais conhecidos como "Televisão de Cachorro". Mesmo quando a moda era ser meio brega, o Rush conseguia ser além do brega. Fez discos com duas faixas, cada uma …

Música + Livros; 'Como a Música Ficou Grátis', de Stephen Witt

Imagem
Música + Livros; 'Como a Música Ficou Grátis', de Stephen Witt  Para qualquer devoto da música, os últimos 15 anos tiveram uma influência única. Se antes era preciso garimpar sebos e lojas em geral atrás daquele disco, seja em vinil ou CD, a última década e meia instituiu uma liberdade incrível. Com apenas alguns cliques, em casa mesmo, não se tinha mais um ou dois álbuns, mas a discografia completa de quem você quisesse. E tudo isso sem consumir preciosos espaço em armários e estantes.

Mais do que uma revolução de mídia – que passou a ser irrelevante com o surgimento do MP3 -, a “geração do download” viveu uma mudança de paradigma no consumo de cultura.Em “Como a Música Ficou Grátis”, Stephen Witt traz três personagens cujas histórias acontecem paralelas, mas que se encontram contextualmente ao longo da leitura.  A primeira é de Karlheinz Brandeburg, criador do MP3; A segunda é de Bennie Glover, funcionário da fábrica de CDs daPolyGram em Kings Mountain, Carolina do Norte, e que…

Discoteca Básica; 'Dirty Mind', Prince (1980)

Imagem
Discoteca Básica; 'Dirty Mind', Prince (1980)

Ele entra na década com um salto, um bote. O que diferencia este seu terceiro LP, dos dois anteriores? Está na capa, está no título: a definição de uma identidade - ou imagem ? - e, como friza seu biógrafo Dave Hill, uma atitude. Um ex-menino prodígio enxuga todos os possíveis excessos cabíveis em um multi-instrumentista que é arranjador de sete fôlegos e infinitas filigranas, vocalista de todas as máscaras, gritos e sussurros e seu próprio produtor. Se há algo que incomoda em "Dirty Mind" - e até compromete em "Purple Rain" - é a impressão de se ouvir alguém que pode fazer, em música, tudo o que quiser sem o menor esforço para ser o mais contemporâneo, o mais simples e direto - mais pop, enfim - possível.


Tudo isso é verdade, mas se limita ao primeiro lado do disco. A abertura com a faixa -título não deixa dúvidas. Tudo que era difuso no Prince anterior ganha contornos nítidos e, pela primeira vez, a pulsação de …