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As Favoritas de... Black Francis (Pixies)

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As Favoritas... Black Francis (Pixies)
Black Francis é o gênio por trás dos Pixies e, por consequência, de dois dos maiores álbuns de todos os tempos; 'Surfer Rosa' (1988) e 'Doolittle' (1989). Nessa lista, originalmente publicada na página 'Soundtracks of my life', do jornal britânico The Guardian, ele slecionou e comentou a respeito de sete álbuns que o influenciaram e, a partir daí, selecionamos uma canção de cada disco. E para completar a playlist, separamos algumas faixas originais que os Pixies fizeram versões, finalizando uma playlist com dezoito canções que vem direto da estratosfera do bons sons, principalmente, da década de setenta. Confira.
Tracklist;
01. 'Goodbye Yello Brick Road', Elton John 02. 'A Song For You', Leon Russell 03. 'We Used To Know', Jethro Tull 04. 'Pump It Up', Elvis Costello & The Attractions 05. 'Fire and Brimstone', Link Wray 06. 'Isabel', Baxter Dury 07. 'Peace Piece', Bill Eva…

Discoteca Básica; 'Machine Head', Deep Purple (1972)

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Discoteca Básica; 'Machine Head', Deep Purple (1972)


O heavy metal nasceu no início dos anos 70 a partir de três bandas fundamentais: Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Enquanto o Zep sempre teve mais prestígio e o Sabbath, mais fãs, o Deep Purple levou algum tempo para construir sua reputação. Um dos motivos, seguramente, foi a falta de definição quanto aos rumos musicais que o grupo deveria tomar.

Depois de dois anos sob a batuta intelectual de Jon Lord (teclados), gastos na realização de experimentos com jazz e música clássica (que culminaram no famigerado Concert For Group And Orchestra, de 70), o Purple mudou totalmente de direção.

Com a entrada de Ian Gillan (vocais) e Roger Glover (baixo), aliados a Ritchie Blackmore (guitarras) e Ian Paice (bateria), a banda passou a fazer um som monolítico, pesado e agressivo, que renderia Machine Head, o ápice da carreira do Deep Purple, um disco perfeito. Poucas vezes na história do rock egos tão monstruosos conseguiram conviv…

Música para Sentir; 'Breathe', U2 (2009)

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Música para Sentir; 'Breathe', U2 (2009)

Abra a porta.

Eu quero ficar vivo por um pouco mais de tempo...
E essa é somente uma das coisas que eu gostaria de dizer.
Todos os dias... Todos os segundos...
Quando eu nasci de novo.

Eu olhei pra dentro pra ter coragem de seguir em frente.
Abrir os braços e não temer nada...
Porque nada me faz infeliz.
Eu quero estar aonde estou...

Eu sou eletricidade.
Eu sou a falta de medo.
Um barulho que mora do outro lado do silêncio.
E que todos vão negar que existe.

As pessoas em mim.
Nada que ela tem me fazem mudar.
Eu respiro... Eu respiro... Respiro até me perder dentro do som. O som da sua voz...
Me guiando pra fora.

Tudo está nos seus olhos...
Uma rua escura e um coração que nunca dorme.
E é tudo que eu preciso agora.
Não temer você...

Grite alto de novo.

Eu ouvirei...



Música + Cinema; 'CBGB' (2013)

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Música + Cinema; 'CBGB' (2013) (Download)

Dirigido Por Randal Miller

A história do clube CBGB, que deu vida ao cenário do Punk Rock no final dos anos setenta em Nova Iorque. Hilly Kristal oferecia o palco do seu clube para bandas até então iniciantes, como os Ramones, Blondie, Talking Heads, Patti Smith, Dead Boys, Television, dentre tantos outros  Esse último aliás, foi a primeira banda a se apresentar por lá e era banda fixa dos domingos até gravar seu hoje clássico álbum 'Marquee Moon'. O clube fechou em 2006, com um último show feito por Patti smith. Hoje, o local é uma loja de roupas.
Se não funciona como grande filme ou recriação de uma época, vale para os mais novos conhecerem a origem de grandes bandas, que influenciam fortemente quase toda a geração atual.



Mais Informações;

http://en.wikipedia.org/wiki/CBGB
http://en.wikipedia.org/wiki/CBGB_%28film%29


Para compartilhamento, não para venda.
Apoie seus artistas favoritos indo ao cinema.
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A Trilha;


Desconstruindo o Pop! Playlist # 34; 'The Other Side of the Rock'

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Desconstruindo o Pop! Playlist # 34; 'The Othe Side of the Rock'


Discoteca Básica; 'Non-Stop Erotic Cabaret', Soft Cell (1981)

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Discoteca Básica; 'Non-Stop Erotic Cabaret', Soft Cell (1981)

Começo dos anos 80 foi marcado pelas duplas de tecnopop. Enquanto os Sparks atormentavam os Estados Unidos no final dos anos 70 com uma visão cômica e freak da modernidade americana, no Reino Unido surgiam os responsáveis pela fusão do tecnopop com outros estilos. Haviam reedições do blues (Yazoo) e referências bregas - a cargo de Associates. 

Mas a dupla mais espalhafatosa e genial foi o Soft Cell, misturando o kitsch com matizes rosa-choque às inesquecíveis e por vezes dramáticas melodias extraídas dos sintetizadores. O máximo do legado de Marc Almond (vocais) e Dave Ball (sintetizadores, tapes e outras geringonças) foi "Non-Stop Erotic Cabaret", uma viagem ao submundo da pornografia, decadência e solidão. Por conta de suas letras sarcásticas, recheadas de contos eroticamente subversivos, Almond se tornou um herói/vilão da cena clubber da época.

Através dos timbres estrategicamente futuristas dos teclados d…

Músicas para salvar a sua vida; 'The Needle and the Damage Done', Neil Young (1972)

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Músicas para salvar a sua vida; 'The Needle and the Damage Done', Neil Young (1972)
Faixa nove do álbum 'Harvest', de 1972.
Escrita por Neil Young e produzida por Neil Young, Elliot Mazer, Henry Lewy e Jack Nietzche.
A triste canção 'The Needle and the Damage Done relaciona claramente o conto trágico do amigo de Neil Young e colega de sua banda de apoio Crazy Horse, Daniel Ray Whitten, que estava no auge do seu vício em heroína na época. Gravado ao vivo em uma  apresnetação no Royce Hall da UCLA em 1971 e incluído no álbum 'Harvest', de 1972,  esta faixa é caracteristicamente pessoal, em especial, na linha "Eu cheguei a cidade e perdi minha banda.", referência clara ao fato de Young ter tido que demitir Whitten durante as sessões para o álbum 'After the Gold Rush', de 1970,  por causa do abuso de drogas que estava atrapalhando as gravações. 

Infelizmente, ele nunca foi capaz de escapar de seus demônios. Mesmo com uma segunda chance dada por Yo…

Disco da Semana; 'The King of Limbs', Radiohead (2011)

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Disco da Semana; 'The King of Limbs', Radiohead (2011)
Sempre gostei de bandas que me surpreendem. A música pra mim é tudo, menos nostalgia. Admirar uma música ou uma banda do passado não pode engolir o desejo por se conhecer algo novo. Quando ouvi "Kid A", em 2000, não tive o baque que 99% dos fãs do Radiohead tiveram. Eu aceitei sem pestanejar aquela sensação de 'traição sincera'. "Kid A" e "Amnesiac", os dois discos-irmãos que a banda fez no início dos anos 2000 estão para a carreira da banda como  a fase Berlim de David Bowie nos anos setenta. São os alienígenas que os fãs aprenderam a gostar. Mesmo a volta as 'raízes', que no caso do Radiohead, seria ás guitarras, dos dois discos posteriores, eu não achava que a esquizofrenia demoraria pra voltar. E ela está aqui. "King of Limbs" é um disco difícil e desagradável. Se alguém que nunca ouviu falar do Radiohead escolher esse disco pra ser a sua primeira experiência, provav…

Discoteca Básica; 'Fragile', Yes (1971)

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Discoteca Básica; 'Fragile', Yes (1971)

Em meados de 71 o rock progressivo estava na moda na imprensa britânica: eram os "alternativos" da ocasião. E o Yes chamava a atenção da mídia por ter trocado o tecladista Tony Kaye por Rick Wakeman, ex-músico do estúdio, de curta passagem pelo grupo Strawbs.


Fragile, que saiu em 4 de fevereiro de 72, traz quatro faixas em arranjos coletivos do grupo e cinco solos. Wakeman se apresenta com um arranjo de um movimento da Quarta Sinfonia de Brahms, um exercício de substituição de timbres na era do sintetizador analógico (à moda de Walter Carlos). Jon Anderson se esmera em suas letras que só valem pela sonoridade em "We Have Heaven". Howe e Chris Squire exibem seus dotes ao violão e baixo, respectivamente, o baterista Bill Brufford indica que já andava com a cabeça em outros campos em sua faixa, "Five Per Cent For Nothing". 
"Fragile" representa o ponto mais delicado do equilíbrio entre as figurinhas dif…

Shows Completos; Lorde, Southside Festival, Alemanha - 25/06/2017

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Shows Completos; Lorde, Southside Festival, Germany - 25/06/2017

Set list;

01. Tennis Court
02. Magnets
03. 400 Lux
04. Buzzcut Reason
05. Ribs
06. Sober
07. Liability
08. Supercut
09. Royals
10. Perfect Places
11. Team
12. Green Light



As Favoritas de... James Hetfield (Metallica)

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As Favoritas de... James Hetfield (Metallica)

James Hetfield revelou à edição de dezembro de 2004 da Rolling Stone quais são suas 10 músicas preferidas de todos os tempos, e explicou o porque de sua escolha. A Lista é bem cliché, mas é inegavelmente boa e surpreendentemente clássica . Para completar a lista, vamos com algumas originais de covers que o Metallica fez ao longo dos anos. Confira;

01. 'Free Bird', Lynyrd Skynyrd - "Nada supera esta balada. 'Free Bird' se encaixa nos 20 primeiros anos de estrada da minha vida - sem se ligar muito às coisas, viver o agora e prosseguir."



02. 'Stairway to Heaven', Led Zeppelin - "Quando eu consegui meu primeiro violão, eu tirei o dedilhado inicial dela, e sai correndo pela casa dizendo, 'Olha isso - eu consigo tocar isto!' Minha família ficou com cara de 'Cadê o resto da música?'"



03. 'Jailhouse Rock', Elvis Presley - "Eu me lembro de o ver pulando sobre barras com todos os s…

Desconstruindo o Pop! Playlist # 33; 'Who Needs Reasons When You've Got Heroin?'

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Desconstruindo o Pop! Playlist # 33; 'Who Needs Reasons When You've Got Heroin?'

Discoteca Básica; 'Steppenwolf', Steppenwolf (1968)

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Discoteca Básica; 'Steppenwolf', Steppenwolf(1968)Em sua autobiografia, J ohn Kay diz: "estávamos encurralados numa sufocante imagem de uma banda de motoqueiros machões". O estrondoso sucesso da canção "Bom To Be Wild", de certa forma, ofuscou a decisiva obra do quinteto Steppenwolf.
Mas nunca é tarde pará redescobrir que, ladeando um tesouro musical - que se alinhou como um hino de escapismo de uma época que despontava a guerra do Vietnã, os assassinatos de John Kennedy e Martin Luther King,mais a ascensão de Richard Nixon -,residia um autêntico oceano de maestria.



Criado a partir das cinzas do Sparrow,grupo que de 65 a 67 vestiu o blues e o folk nas mais chapadas improvisações,o Steppenwolf era pilotado através da voz gutural de Kay (nascido em 44 na cidade de Tilsit, na ex-Alemanha Oriental, e exilado no Canadá a partir de 58). 
O grupo lançou 21 compactos, nove álbuns originais, um disco ao vivo e quatro compilações. De 67 a 72, eles gravaram álbuns prolíf…