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Shows Completos; Red Hot Chili Peppers no Slane Castle, Dublin, Irlanda, 2003

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Shows Completos; Red Hot Chili Peppers no Slane Castle, Dublin, Irlanda, 2003 Set List; Intro Jam Play Video By the Way Play Video Scar Tissue Play Video Around the World Play Video Maybe (The Chantels Song) ( John Frusciante solo ) Play Video Universally Speaking Play Video Parallel Universe ( The intro is ''Latest Disgrace'' by Fugazi ) Play Video The Zephyr Song Play Video Throw Away Your Television Play Video Havana Affair (Ramones Song) Play Video Otherside Play Video Play Video Purple Stain Play Video Don't Forget Me Play Video Right on Time Play Video Play Video Can't Stop Play Video Venice Queen Play Video Give It Away Play Video Drum Solo / Flea on Trumpet Play Video Californication ( Frusciante and Flea guitar/bass intro ) Play Video Under the Bridge Play Video The Power of Equality Redemption Song (Bob Marley Song)

Discoteca Básica; 'Tago Mago', Can (1971)

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Discoteca Básica; 'Tago Mago', Can (1971) Em seus dez anos de carreira, no período 1968/78 (reiniciada em 1989 com o álbum "Rite Time"), o grupo alemão Can sempre operou no plano da sutileza e do fervor instrumental, fazendo uma música hipnótica, com uma impressionante mistura de ritmos e timbres acústicos alterados, tratados eletronicamente. Editando tapes, fabricando loops (anéis de fita) e incorporando ruídos e interferências espontâneas, o grupo fez a ponte entre a música erudita contemporânea (Stockhausen "über alles") e o rock. O Can foi fundo nas "colagens", daí sua forte influência detectada nos anos 80, a década do sampler, em que a habilidade de "compor"se traduz na de combinar "colar" sons. Se, com a tecnologia atual, é possível processar sons a partir de tudo (um "bumbo de John Bonham", um "riff de Hendrix", um "uh! de James Brown"), o Can tecia sua intrincada t

Desconstruindo o Pop! Playlist # 54; 'Despite all my rage...'

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Desconstruindo o Pop! Playlist # 54; 'Despite all my rage...'

Desconstruindo o Pop! 50 Albums de 2021

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Desconstruindo o Pop! Retrospectiva 2021: 50 Albums de 2021 01. 'Things Take Time, Take Time', Courtney Barnett 02. 'Collapsed in Subbeams', Arlo Parks 03. 'Sometimes I Might Be Introverted', Little Simz 04. 'Daddy's Home', St. Vincent 05. 'New Long Leg', Dry Cleaning 06. 'Thirstier', Torres 07. 'Valentine', Snail Mail 08. 'Twin Plagues', Wednesday 09. 'Comfort to Me', Amyl & the Sniffers 10. 'As the Love Continues', Mogwai 11. 'Introducing...', Aaron Frazer 12. 'Stand for Myself', Yola 13. 'Not Your Muse', Celeste 14. 'An Evening With Silk Sonic', Silk Sonic 15. 'Home Video', Lucy Dacus 16. 'Happier Than Ever', Billie Eilish 17. 'I Don't Like Here Anymore', The War on Drugs 18. 'If Words Were Flowers', Curtis Harding 19. 'Little Oblivions', Julien Baker 20. 'True Love', Howdy 21. 'Sympathy for Life', Parquet

Músicas de 2021

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Desconstruindo o Pop! As Músicas de 2021 Buenas! Vivos? Sobrevivendo? Aguentando? E vamos para mais um post anual da casa como as 100 músicas do ano. Firme e forte. Não sei até quando... E Segue a playlist com as 100 do ano! Enjoy it!!

Discoteca Básica; 'Blonde on Blonde', Bob Dylan (1966)

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Discoteca Básica; 'Blonde on Blonde', Bob Dylan (1966) Tente imaginar o seguinte: você tem 25 anos; nos últimos cinco anos de sua vida, você se tornou, primeiro, um campeão dos direitos humanos, herói da política estudantil, trovador querido dos universitários e de todas as colorações da esquerda. Depois, numa velocidade que lhe parece absolutamente alucinante, você se viu no trono do estrelado pop, adorado agora por multidões de jovens. Só alguém foi tão famoso em seu país, os Estados Unidos: Elvis Presley era um bronco, um ingênuo, uma criatura de seu empresário. E você, não: você sofre de lucidez crônica, muitas vezes paranoica, um lirismo brotando pôr todos os poros, uma consciência crítica que não o deixa dormir. Você leu, foi ao cinema, gosta de poesia. Mas, hoje, na América ninguém é mais famoso do que você.  Foi nesse contexto que Bob Dylan criou "Blonde on Blonde", um álbum duplo vital, obsessivo e transformador, capítulo derradeiro no livro número

Desconstruindo o Pop! Playlist # 53; 'I believe in manicures. I believe in overdressing. I believe in primping at leisure and wearing lipstick'

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Desconstruindo o Pop! Playlist # 53; 'I believe in manicures. I believe in overdressing. I believe in primping at leisure and wearing lipstick'

Disco da Semana; 'Gigaton', Pearl Jam (2020)

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Disco da Semana; 'Gigaton', Pearl Jam (2020)  30 anos de carreira fizeram do  Pearl Jam  uma banda mais forte, coesa e segura do que quer. Como um dos principais nomes do Rock And Roll no planeta, o grupo liderado por  Eddie Vedder  carrega a pesada responsabilidade de ainda estar aqui em uma realidade que assola Seattle e seus ídolos com mortes, suicídios e tragédias. Transmitindo a imagem de que seus integrantes entendem, respeitam e vivem cada momento pessoal, a banda coloca toda a energia possível quando se reúne para turnês em shows que chegam a durar quase três horas e têm seus integrantes todos com mais de 50 anos de idade; alguns com quase 60. Desde o último disco de inéditas do Pearl Jam passaram-se sete anos, o mundo perdeu Chris Cornell, tornou-se polarizado e passou a enfrentar algumas das crises políticas e sociais mais profundas de sua história, e era chegada a hora de falar sobre isso. Pearl Jam –  Gigaton Nasceu então  Gigaton , o décimo primeiro disco de estúdi

Discoteca Básica; 'Kind Of Blue', Miles Davis (1959)

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Discoteca Básica; 'Kind Of Blue',  Miles Davis  (1959) Há pelo menos oito discos de Miles que não podem ficar fora de nenhuma Discoteca Básica. A boa pergunta é: por que, então, "Kind of Blue" na pole position?  O estudo da quilométrica carreira do trompetista não pode dispensar "Miles Davis - A Critical Biography" (Quartet Books, Londres) do músico/crítico Ian Carr. Segundo ele, "Kind of Blue" seria "talvez o disco a exercer maior influência na história do jazz". Isto posto, vale lembrar que o próprio Mr. Carr concorda que o período 58/60 - quando gravou também "Milestones", "Porgy and Bess" e "Sketches of Spain" - representa o primeiro pico do amadurecimento de Miles como band-leader, comparável apenas à fase elétrica/eletrônica (68/70) que abrange de "Miles in the Sky" a "Jack Johnson", passando pelos "básicos" "In a Silent Way" e "Bitches Brew".