Postagens

Mostrando postagens de Abril, 2014

Shows Completos; Björk, ao vivo no Free Jazz Festival - São Paulo, 1996 + Bônus

Imagem
Shows Completos; Björk, ao vivo no Free Jazz Festival - São Paulo, 1996 + Bônus A diva alternativa islandesa Björk tem uma história relativamente curta e intensa com o Brasil. Além das duas passagens pelo país, em 1996, para o extinto Free Jazz Festival em duas apresentações, e em 2007, no sucessor do Free Jazz, o TIM Festival, para três apresentações, ela gravou 'Travessia' com o autor da canção, Milton Nascimento e trabalhou com o maestro Eumir Deodato em alguns de seus discos.  Nesse post, primeiro vamos acompanhar a apresentação completa de 1996, no Rio de Janeiro, que era baseado no dois primeiros trabalhos solo dela, 'Debut' e 'Post', . Confira; Setlist; 01. Army of Me 02. One Day 03. The Modern Things 04. Venus as a Boy 05. You've Been Flirting Again 06. Isobel 07. Possibly Maybe 08. I Go Humble 09. Big Time Sensuality 10. Hyperballad 11. Human Behaviour 12. The Anchor Song 13. I Miss You 14. Crying 15. Violently Happy

Música + Cinema: 'Good Vibrations', de Lisa Barros D'Sa e Glenn Leyburn (2012)

Imagem
Música + Cinema: 'Good Vibrations', de Lisa Barros D'Sa e Glenn Leyburn (2012 )  O brilhante filme Good Vibrations conta a história de Terri Hooley, o padastro do punk de Belfast, na Irlanda do Norte. Baseado em fatos reais, o filme se passa na década de 70, diante todos os problemas sociais que a Irlanda enfrentou na época. Good Vibrations é de 2012, escrito por Colin Carberry e Glenn Patterson e dirigido por Lisa Barros D’Sa e Glenn Leyburn. O longa é uma ótima indicação para quem gosta de música! Em meio a guerra civil e o perigo constante que assombrava as ruas irlandesas, o personagem principal Terri Hooley, interpretado com méritos por Richard Dormer, resolve montar uma loja de discos, focada em reggae, afim de acalmar os ânimos da região. Até que, em uma inesquecível cena, Terri conhece o movimento punk underground e se apaixona por aquela forma que a juventude encontrou para se expressar. E então ele monta um selo de gravadora, apoiando as bandas punks de B

Disco da Semana; 'Ten', Pearl Jam (1991)

Imagem
Disco da Semana; 'Ten', Pearl Jam (1991) O disco de estréia do Pearl Jam teve um sucesso estrondoso, chegando a vender mais que qualquer outro disco da safra de bandas de Seattle, incluindo o  Nevermind  do Nirvana. É interessante notar que se o Alice In Chains tinha o som bastante calcado no Heavy Metal e o Nirvana no Punk Rock, o Pearl Jam se aproximava mais do Hard Rock e até mesmo do Blues, isso se comprova no riff e no solo da faixa de abertura "Once". Assim como em outras bandas do Grunge, a figura do vocalista sempre foi muito importante para o formular o conceito e a imagem da banda. No Pearl Jam, Eddie Vedder fez isso com primor, ainda que no começo da carreira suas conversas de "odeio ser famoso", síndromes suicidas e outros comportamentos fossem extremamente desnecessários. Felizmente com o tempo ele largou mão desta babaquice e passou investir mais tempo no exercício de cantar, coisa que indiscutivelmente sempre fez bem, como fica cla

As Favoritas de; Shirley Manson (Garbage)

Imagem
As Favoritas de; Shirley Mason (Garbage) Uma das grandes bandas da música alternativa dos anos noventa, o Garbage conseguia o equilíbrio perfeito entre rock, música eletrônica e pop, sem nunca perder a honestidade e a autenticidade. Originalmente formada por três produtores renomados na cena underground, incluindo ai Butch Vig, produtor de, entre outros, 'Nevermind' do Nirvana e 'Siamese Dream', do Smashing Pumpkins, a banda encontra seu cerne na escocesa Shirley Manson, descoberta pela MTV enquanto ainda cantava na banda Angelfish. A banda ainda produz material inédito e ano passado comemorou vinte anos do seu álbum de estréia com uma turnê. Nessa lista, originalmente publicada pelo site britânico The Skinny, Shirley monta uma playlist só com vocalistas femininas de várias gerações. Confira; 01. 'The Switch', Siouxsie & The Banshees 02. 'Wave', Patti Smith 03. 'Musette and Drums', Cocteau Twins

Discoteca Básica; The Mothers of Invention, 'We're Only in It for the Money' (1968)

Imagem
Discoteca Básica; The Mothers of Invention, 'We're Only in It for the Money' (1968) Não é exagero considerar indispensáveis a qualquer discoteca bem informada praticamente todos os mais de 40 discos lançados por Frank Zappa em seus vinte anos de carreira. Mas o LP básico para se entrar em contato com o universo de Zappa talvez seja mesmo esta obra-prima de experimentalismo e humor. A começar pelo nome, Nós Só Estamos Nessa Pela Grana, que ironiza a motivação da maior parte das pessoas que já se envolveram de alguma forma com rock'n'roll. O deboche continua na capa, parodiando "Seargeant Pepper's Lonely Hearts Club Band", lançado pouco antes. Conta a lenda que Paul McCartney ficou tão indignado com a brincadeira que acionou seus advogados, processou Zappa e atrasou em alguns meses o lançamento de "We're Only in It"É Outra extravagância zappiana foi convidar Eric Clapton, na época o "deus da guitarra", para par

Música para Sentir; 'I Might be Wrong', Radiohead (2001)

Imagem
Música para Sentir; 'I Might be Wrong', Radiohead (2001) Um homem deformado. Com duas caras. Uma bonita, uma feia. Qual é a real? Qual devo escolher? O sonho lúcido ou a realidade irreal. Eu devo estar errado. Eu só posso estar errado! Acordar pela manhã e se ver na televisão. Dublado! Pelo menos, na pele do Tom Cruise. Chorar e receber o consolo de um ombro. Ali, eu assisti que no no funeral as pessoas sentirão sua falta. Você será lembrado pelo que um dia julgou correto. O lado bonito do seu rosto estará exposto e as marcas irão embora. Mas eu devo estar errado. No bar, todos se calam quando eu mando. No mundo, tudo se curva a minha vontade. Devaneios de um rei. Um rei sem reino. Só posso estar errado... Ou então, os desfiladeiros já teriam caído. Ombros cansados. Paranóias. Visões de monstros cabeçudos falando como crianças. Um céu de baunilha. Uma capa de disco. Uma canção de amor. Tudo prometendo que será perfeito. Queria saber sonhar. O que você escolheria? Viver