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Mostrando postagens de Fevereiro, 2017

Desconstruindo o Pop! Músicas de 2013

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Desconstruindo o Pop! Músicas de 2013 Depois da lista dos discos favoritos da casa em 2013 , chegou a vez das músicas preferidas no ano. Mais uma vez, direto e simples... Vamos lá!

Desconstruindo o Pop!; Discos de 2013

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Desconstruindo o Pop! Discos de 2013 Simples e direto. Vamos lá!  10. 'Monomania' Deerhunter Tracklist: 01 Neon Junkyard 02 Leather Jacket II 03 The Missing 04 Pensacola 05 Dream Captain 06 Blue Agent 07 T.H.M. 08 Sleepwalking 09 Back To The Middle 10 Monomania 11 Nitebike 12 Punk (La Vie Antérieure)   9. 'Modern Vampires of the City', Vampire Weekend  Tracklist: 01 Obvious Bicycle 02 Unbelievers 03 Step 04 Diane Young 05 Don't Lie 06 Hannah Hunt 07 Everlasting Arms 08 Finger Back 09 Worship You 10 Ya Hey 11 Hudson 12 Young Lion 8. 'New', Paul McCartney Tracklist: 01. Save Us 02. Alligator 03. On My Way To Work 04. Queenie Eye   05. Early Days 06. New 07. Appreciate 08. Everybody Out There   09. Hosanna   10. I Can Bet   11. Looking At Her   12. Road 7. 'Holy Fire', Foals Tracklist 01 Prelude 02 Inhaler 03 My Number 04 Bad Habit 

Discoteca Básica; 'A Love Supreme', John Coltrane (1965)

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Discoteca Básica; 'A Love Supreme', John Coltrane (1965)   Eleito "disco do ano" pela crítica especializada quando lançado, em 64, consagrado hoje por jazz rappers (na coletânea Red, Hot & Cool), A Love Supreme, a obra-prima de John Williams Coltrane (1926-1967), ultrapassa os limites de seu estilo e tem uma sintonia extraordinária com os anos 90. Talvez por ser um exemplo raro de expressão da espiritualidade na música moderna, Coltrane permanece a grande referência de todo músico interessado em desenvolver as técnicas de improvisação e, com isso, expressar "algo mais" por meio de seu instrumento.      Nos anos 50, John Coltrane cruzou seu sax tenor sucessivamente com os trompetes de Dizzy Gillespie e Miles Davis e com o piano de Thelonius Monk.Com o primeiro aprendeu a lidar com influências musicais do resto do mundo.Com o segundo,chegou à perfeição formal de sua expressão,enquanto o terceiro ensinou-lhe a ousadia. Além de gravar

Favoritos da Casa; The Silver Apples, os pioneiros da eletrônica.

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Favoritos da Casa; The Silver Apples, os pioneiros da eletrônica. A música electrônica nunca se teria vulgarizado e propagado sem a existência dos Silver Apples. Este duo norte-americano, pioneiro no uso de maquinaria numa década em que a música popular era sinônimo de guitarras, editou duas obras seminais que mudaram para sempre a arte de criar sons. Com apenas dois álbuns, os Silver Apples tornaram-se num dos projetos musicais mais influentes dos anos 60. Sem eles, é muito provável que Neu!, Kraftwerk, Suicide e a eletrônica dançável e massificada não tivessem surgido. O duo resultou da parceria entre o baterista Danny Taylor e o vocalista enigmaticamente conhecido por Simeon. Simeon tocava um insondável instrumento com o mesmo nome, que segundo o próprio, consistia em  nine audio oscillators and eighty-six manual controls...The lead and rhythm oscillators are played with the hands, elbows and knees and the bass oscillators are played with the feet.  É impossível

Músicas Para Salvar a Sua Vida; 'Kinky Afro', The Happy Mondays (1990)

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Músicas Para Salvar a Sua Vida; 'Kinky Afro', The Happy Mondays (1990) Faixa 1 do álbum 'Pills 'N' Thrills and Bellyaches', 1990 " 'Kinky Afro' foi nosso maior hit em os EUA, mas as pessoas ainda enlouquecem onde quer que a tocamos. Tudo começou com a gente apenas tocando. Tinhamos nos mudado para este espaço enorme ensaio, e Shaun (Ryder, vocalista) apareceu com um grande cooler cheio de cerveja. Eu estava ouvindo os maiores sucessos Hot Chocolate (banda de Funk americana dos anos setenta), e por isso a linha de baixo tem uma pegada parecida. Gaz (Whelan, baterista) veio com uma batida. Tivemos um título inicial - 'Groovy Afro' - mas mudou após a banda Farm lançar 'Groovy Train'. Até ai, ela era apenas mais uma das várias idéias inacabadas que levamos para Los Angeles, onde trabalharíamos com os produtores Paul Oakenfold e Steve Osborne para o nosso terceiro álbum, 'Pills 'n' Thrills e Bellyaches'. E

Discoteca Básica; 'The Who Sell Out', The Who (1967)

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Discoteca Básica; 'The Who Sell Out', The Who (1967) Na definição de Pete Townshend, eles eram no começo "meramente caras com narizes grandes e genitais pequenos tentando estar nas manchetes". OK, mas eram mods, com suas roupas impecáveis e ar invocado, membros de um grupo da juventude britânica que afirmava sua personalidade através de um modo estilizado de se vestir, de um comportamento intempestivo, das gírias e, é claro, das preferências musicais - o soul da Motown e Stax. Foi nesse ambiente onde circulavam no final de 63, ainda com o nome The High Numbers, que foram descobertos pelos então cineastas Kit Lambert e Chris Stamp. A dupla decidiu empresariá-los e, para isso, trocou seu nome pelo que usavam anteriormente - The Who. O próximo passo foi realçar a aura da rebeldia e violência que impregnava suas apresentações. Assim, Townshend - que já impressionava por suas incríveis peripécias no palco - passou a deixar um rastro de guitarras d